Arquivo do mês: fevereiro 2012

As irmãzinhas faladoras kkkk

!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Durante o culto, duas irmãs cochichavam o tempo todo. Um irmão atrás delas, incomodado, inclinou-se e falou baixinho: “Não consigo ouvir nada !”. Elas prontamente responderam: “Não é para ouvir mesmo! O assunto é particular.”

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Toda mulher deve ser … rs

Como Eva, que soube seguir em frente, e aceitar o perdão de Deus, mesmo tendo sido a primeira pessoa a pecar.

Como a esposa de Noé, que acreditou nele, apoiando-o, mesmo quando ninguém quis acreditar na mensagem que ele pregava.

Como Sara, embora tendo duvidado da palavra de Deus, arrependeu-se, tornando-se mãe de uma grande nação.

Como Rebeca, que aceitou a vontade de Deus para sua vida, sem hesitar.

Como Raabe, que arrependendo-se de sua vida de pecados, se deixou ser usada por Deus, ajudando numa das grande vitórias do povo de Deus.

Como Rute, que deixando para trás seu povo para seguir a Deus, mostrou como Deus  se preocupa com suas filhas e deseja que vivam uma linda história de amor!

Como Débora, profetisa, que julgava o povo com sabedoria e justiça.

Como Ana, que orou pedindo um bebê, e o devolveu a Deus para que ele se tornar um grande profeta.

Como Abigail, mulher sensata, que evitou uma guerra e que muitos fossem mortos.

Como Ester, mulher fiel a Deus, disposta a morrer pela sua fé e pelo seu povo!

Como Maria, que com humildade, aceitou ficar grávida do Espírito Santo  antes de estar casada, numa época em que isso poderia lhe custar a vida!

Como Maria Madalena, que após ser convertida, expressou sua gratidão a Jesus, de uma forma tão singular, que sua história é contada até hoje!

Como Dorcas, que por viver abnegadamente, Deus a ressuscitou!

Como Lídia, mulher temente a Deus, de coração aberto às mensagem de Deus.

Como Eunice e Lóide, mulheres de fé, que souberam criar seus filhos nos caminhos de Deus, em momentos difíceis!

Todas estas grandes mulheres da Bíblia, tiveram seus momentos de fraquezas, mas se levantaram e deixaram seus exemplos de fé, amor, desprendimento, humildade, coragem, perseverança e esperança!

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Humor Cristão: Pausa para o riso, garoto de Fé ! rs

Em casa, a mãe pergunta a seu filho: “O que você aprendeu hoje com a professora na igreja ? Ele respondeu: “Aprendi que Moisés e um monte de judeus construíram bem rápido uma ponte, atravessaram o Mar Vermelho. Depois, quando os egípcios foram atrás deles, os judeus explodiram a ponte e todos morreram, salvando-se Moisés e seu povo.” A mãe fica admirada: “Mas, filho, foi assim mesmo que a professora contou?. Ele explica: “Não mamãe, mas se eu lhe disser como ela contou, a senhora não vai acreditar!”.

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Jesus está te Olhando ! tente não rir rs

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Um ladrão entra pelo quintal de uma casa e começa, em silêncio, a arrombar a porta dos fundos….

De repente escuta uma voz sussurrando:

– Jesus tá te olhando!

O ladrão se assusta, olha para os lados (na penumbra), mas não vê nada…..

Segue tentando arrombar a porta e escuta novamente a voz:

– Jesus tá te olhando!

Meio incrédulo, mas com a certeza de ter escutado a frase, olha novamente ao seu redor e nada…

Quando reinicia sua ‘tarefa’, ouve novamente a voz:

– Jesus tá te olhando!!!

Desta vez, ele percebe de onde vem a voz e acende a lanterna, Iluminando um canto da área de serviço….

Nisso, ele vê um papagaio na gaiola e já aliviado, pergunta:

– Ah… é você o Jesus? E o papagaio responde:

– Não. Eu sou o Judas.

– Judas??? E quem é o louco que bota o nome de Judas em um papagaio?

– O mesmo que botou o nome de Jesus no Pitbull!!

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Frases Impactantes !


“Embora o avivamento e o evangelismo estejam intimamente relacionados, na verdade são duas obras distintas. O avivamento é uma experiência da Igreja; o evangelismo, a expressão dela”.— Paul S. Rees.

“Nunca foi intenção de Deus que a Igreja se tornasse uma geladeira para preservar a perecível religiosidade humana. Sua intenção era que ela fosse uma incubadeira, onde se desenvolveriam novos convertidos”.— F. Lincicome.

“Porventura sou eu, Senhor?”  — Os Discípulos.

“Portanto, o chamado da cruz é para que participemos da paixão de Cristo. Precisamos trazer em nós as marcas dos cravos”.— Gordon Watt.

“Por mais erudito que um homem seja, por mais perfeita que seja sua capacidade de expressão, mais ampla sua visão das coisas, mais grandiosa sua eloqüência, mais simpática sua aparência, nada disso toma o lugar do fervor espiritual. É pelo fogo que a oração sobe aos céus. O fogo empresta asas à oração, dando-lhe acesso a Deus; comunica-lhe energias e torna-a aceitável diante do Senhor. Sem fogo não há incenso; sem fervor não há oração”. — E. M. Bounds.

“Pela fé e pela oração, fortaleça as mãos frouxas e firme os joelhos vacilantes. Você ora e jejua? Importune o trono da graça e seja persistente em oração. Só assim receberá a misericórdia de Deus”. — João Wesley.

“Antes de ocorrer o grande avivamento de Gallneukirchen, Martin Boos passava horas e horas, dias e dias, e até noites em oração, intercedendo sozinho, agonizando perante Deus. Mas quando ele pregava, sua palavra era como fogo, e o coração dos ouvintes, como capim seco”. — D. M. Mclntyre, D. D.

“Que seu molho de lã fique na eira da súplica até que seja molhado com orvalho do céu”.  — C. H. Spurgeon.

“Sussurros que não podem ser expressos em palavras são freqüentemente orações que não podem ser recusadas”.   — C. H. Spurgeon.

“Todo cristão ou é um missionário ou é um impostor.”       — C. H. Spurgeon.

“A convicção de ignorância é a porta de entrada do templo da sabedoria.”
                                                                                                          — C. H. Spurgeon.

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Uma palavra forte para nós Pregadores da Palavra !!!

Ah, irmãos pregadores, nós apreciamos imensamente os grandes santos de Deus do passado, os nossos missionários, mártires, reformadores, como Lutero, João Bunyan, Wesley, etc. Nós escrevemos as biografias deles, reverenciamos seus feitos, compomo-Ihes elogios e erguemo-lhes memoriais. Fazemos qualquer coisa, menos imitá-los. Apreciamos o sangue que eles derramaram, mas não deixamos que se derrame nem uma gota do nosso!
João Batista conseguiu ficar seis meses solto. Em nossos dias, numa de nossas cidades, nem ele nem Elias teriam vivido um mês. Teriam sido presos antes disso, lançados numa prisão ou num hospital de doentes mentais, acusados de julgarem os outros, e de não abrandarem um pouco sua mensagem.
Faz alguns anos um pastor pregou à porta de sua uma tabuleta com os seguintes dizeres: “Esta igreja experimentará um avivamento ou um funeral”.
É esse tipo de desespero que agrada a Deus e deixa o inferno desalentado. Loucura, diz você. É verdade. Uma igreja sóbria demais não tem valor algum. Nesses dias estamos precisando é de homens bêbedos com o poder do Espírito Santo. Será que Wesley, Whitefield, Finney, Hudson Taylor foram pessoas excepcionais? De modo algum. Se entendo corretamente o livro de Atos, eles eram homens muito normais.
Certa vez, alguns oficiais do Exército de Salvação escreveram a William Booth que haviam empregado todos os métodos possíveis para levar pessoas a Cristo; e nada. E Booth lhes respondeu sucintamente: “Experimentem chorar”. Foi o que fizeram, e experimentaram um avivamento.
As escolas bíblicas e seminários não ensinam seus alunos a chorar, e é claro que nem o poderiam. Essa lição só se aprende com o Espírito Santo. E qualquer pregador, por mais títulos e doutorados que possua, não conseguirá muita coisa enquanto não experimentar uma profunda amargura de alma por causa dos pecados que se cometem hoje. Uma oração que David Livingstone fazia sempre era: “Senhor, quando irá cicatrizar-se a chaga do pecado deste mundo?” E nós, acaso sentimos o peso da perdição da humanidade quando oramos?
Infelizmente, irmãos, não possuímos esse peso pelos perdidos. A maioria dos crentes conhece apenas uma longa seqüência de pregações, eloqüentes, sim, mas sem alma, sem lágrimas, sem ardor espiritual, e é tudo que os pregadores têm para oferecer hoje.
Por que tarda o avivamento? A resposta é muito simples. Tarda porque os pregadores e evangelistas estão mais preocupados com dinheiro, fama e aceitação pessoal, do que em levar os perdidos ao arrependimento.
Tarda porque nossos cultos evangelísticos parecem mais shows teatrais do que pregação do evangelho.
O avivamento tarda porque os evangelistas de hoje têm receio de falar contra as falsas religiões.
Elias zombou dos profetas de Baal, e debochou da sua incapacidade de fazer chover. Seria melhor que saíssemos à noite (como fez Gideão), e derrubássemos os postes-ídolos dos falsos deuses, do que deixar de realizar a vontade de Deus. As seitas anticristãs e as religiões ímpias desta nossa hora final constituem um insulto contra Deus. Será que ninguém fará soar o alarme?
Por que não protestamos? Se tivéssemos metade da importância que julgamos ter e um décimo do poder que pensamos possuir, estaríamos recebendo um batismo de sangue, tanto quanto recebemos de água e fogo.
As portas das igrejas da Inglaterra se fecharam para João Wesley. E um de seus críticos disse que “ele e seus tolos pregadores leigos — esses grupos de funileiros, garis, carroceiros e limpadores de chaminés — estão saindo por aí a envenenar a mente das pessoas”. Que linguagem abusiva! Mas Wesley não tinha medo nem de homens nem de demônios. E se Whitefield era ridicularizado nas peças de teatro da Inglaterra da maneira mais vergonhosa possível, e se os cristãos do Novo Testamento foram apedrejados e sofreram todo tipo de ignomínia, por que será que nós, hoje em dia, não provocamos mais a ira do inferno, já que o pecado e os pecadores continuam sempre os mesmos? Por que será que somos tão gelados e enfadonhos? É bem verdade que pode haver muito tumulto sem avivamento. Mas, à luz do ensino bíblico e da história da igreja, não podemos ter avivamento sem tumulto.  Rev.  Ravenhil

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“A Oração”

A estatura espiritual de um crente é determinada pelas suas orações. O crente que não ora está-se desviando. O púlpito pode ser uma vitrine onde o pregador exibe seus talentos. Mas no aposento da oração não temos como dar um jeito de aparecer.
Contamos com muitas pessoas que sabem organizar, mas poucas dispostas a agonizar; muitas que contribuem, mas poucas que oram; muitos pastores, mas pouco fervor; muitos temores, mas poucas lágrimas; muitas que interferem, mas poucas que intercedem; muitas que escrevem, poucas que combatem. Se fracassarmos na oração, fracassaremos em todas as frentes de batalha.
Os dois requisitos para se ter uma vida cristã vitoriosa são visão e fervor. Ambos nascem da oração e dela se nutrem. O ministério da pregação é de poucos; o da oração — a mais importante de todas as atividades humanas — está aberta a todos. Porém, as “criancinhas” espirituais comentam sem o menor constrangimento: “Hoje, não vou à igreja. É dia de reunião de oração”.
É bem possível que Satanás não tema grande parte das pregações de hoje. Mas a experiência do passado leva-o a arregimentar todo o seu exército infernal para lutar contra o crente que ora. Os crentes de hoje não têm muito conhecimento da prática espiritual de “ligar e desligar”, embora essa responsabilidade nos tenha sido delegada por Deus: “O que (tu) ligares na terra..”. Você tem feito isso? Deus não desperdiça seu poder. Se quisermos ser poderosos na obra dele, temos que ser poderosos com ele.
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“A Unção”

Irmão, nós poderíamos ter a metade da capacidade intelectual que possuímos se fôssemos duas vezes mais espirituais. A pregação é uma tarefa espiritual. Um sermão gerado na mente só atinge a mente de quem a ouve. Mas gerada no coração, chega ao coração. Um pregador espiritual, sob o poder de Deus, produz mentalidade espiritual em seus ouvintes. A unção não é uma pombinha mansa esvoaçando à janela da alma do pregador; não. Pelo contrário; temos que batalhar por ela e conquistá-la. Também não é algo que se aprenda; é bênção que se obtém pela oração. Ela é o prêmio que Deus concede ao combatente da fé, que luta em oração, e consegue a vitória. E não é com piadinhas e tiradas intelectuais que se chega à vitória no púlpito, não. Essa batalha é ganha ou perdida antes mesmo de o pregador pôr os pés lá. A unção é como dinamite. Não é recebida pela imposição de mãos, nem tampouco cria mofo se o pregador for lançado numa prisão. Ela penetra e permeia a alma; abranda-a e tempera-a. E se o martelo da lógica e o fogo do zelo humano não conseguirem quebrar o coração de pedra, a unção o fará.
Que febre de construção de templos estamos presenciando hoje. No entanto, sem pregadores ungidos, o altar dessas igrejas não verá pecadores rendidos a Cristo. Suponhamos que todos os dias diversos pescadores saiam para o alto-mar com seus barcos, levando o mais moderno equipamento que existe para o exercício desse ofício, mas retornem sempre sem apanhar um só peixe. Que desculpa poderiam dar para tal fracasso? No entanto é isso que acontece nas igrejas. Milhares delas estão abrindo as portas dominicalmente, mas não vêem conversão. Depois tentam encobrir sua esterilidade interpretando textos bíblicos a seu bel-prazer. Mas a Bíblia diz: “Assim será a palavra que sair da minha boca; não voltará para mim vazia…”

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A Santa Ceia – Mensagem

INTRODUÇÃO
1. A Ceia do Senhor, um dos temas mais polêmicos da História da Igreja
A ceia do Senhor é o elo de ligação entre as duas vindas de Cristo. Ela é o monumento da primeira e a promessa da segunda. Poucos assuntos foram mais polêmicos do que a Ceia do Senhor. Esse assunto dividiu opiniões, igrejas e até denominações. Depois da Reforma do Século XVI cristalizaram-se quatro posições diferentes de interpretação:
a) Transubstanciação – Os elementos da Ceia se transubstanciam em corpo, sangue, nervos, ossos e divindade de Cristo.
b) Consubstanciação – Cristo está presente fisicamente em e sob os elementos.
c) Memorial – A Ceia não passa de uma lembrança do que Cristo fez na cruz.
d) Meio de Graça – A ceia é um instrumento de edificação espiritual dado à igreja.

2. A Festa do Ágape, uma distorção que fez mal à igreja (1Co 11.17-22)
Na igreja primitiva, antes da celebração da Ceia havia uma refeição onde todos os crentes participavam. Eles traziam de casa a sua comida e faziam um “ajunta pratos”. O objetivo desta festa era a manifestação do amor solidário e a demonstração da comunhão fraternal. Quem tinha mais ajudava quem tinha menos. Assim, os crentes mais pobres podiam usufruir as benesses de uma mesa mais farta. Esta prática, porém, perdeu seu propósito original, uma vez que os crentes de Corinto perderam de vista a solidariedade e conseqüentemente a comunhão fraternal. O resultado Paulo denuncia:
Em primeiro lugar, eles faziam acepção de pessoas (11.21,22). Os ricos se afastavam dos pobres em grupinhos seletos e comiam e se embebedavam enquanto os pobres nada tinham o que comer. Assim, eles menosprezavam a igreja e humilhavam os pobres. As ordenanças de Cristo nos tornam melhores e então ficamos piores. As ordenanças de Cristo derretem o nosso coração ou então, o endurecem. Ilustração: a brincadeira no piquenique da igreja: Dois grupos jogando ovos para os outros pegarem. Enquanto eles jogavam duas crianças pobres chegaram para a pessoa que estava organizando e perguntou: se sobrar alguns ovos da brincadeira, eu e meu irmão podemos levar para casa. A pessoa sabiamente interrompeu a brincadeira, premiou o vencedor e deu todos os ovos para os dois meninos. Entendeu que era errado alguns membros da igreja se divertirem à custa de outros.
Em segundo lugar, eles tinham divisões dentro da igreja quando se reuniam (11.18). Possivelmente os quatro partidos da igreja (Paulo, Apolo, Cefas e Cristo) podiam ser vistos na reunião da Ceia.
Em terceiro lugar, eles se reuniam para pior, pois pervertiam o significado da Ceia do Senhor (11.17,20). Ao reproduzirem uma caricatura da Ceia do Senhor e distorcerem seu significado, eles se reuniam para pior e não para melhor. Eles saíam da igreja mais culpados, mais longe de Deus e uns dos outros. Eles pecaram contra os irmãos (11.22) e contra Cristo (11.27).

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Como Emagrecer !!!!!!!!!!!!

 

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Humor: Eu quero o Vinho dos Crentes !!! kkk

Conta-se que certo homem bebedor de vinho foi a adega comprar mais da bebida. Pediu ao comerciante um vinho bem forte. Depois de experimentar vários e não ficar satisfeito, o homem perguntou ao comerciante: “Você não tem aí aquele vinho que os crentes usam na Santa Ceia? O comerciante perguntou a ele por que queria justamente daquele. Ele respondeu: “ O vinho dos crentes é que é bom. Basta um golinho e você já cai no sono” (porque os crentes, assim que tomam o cálice, abaixam a cabeça para orar) kkkkkk


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ADORAÇÃO – LEIA, PARE E PENSE ..


“A adoração precisa ter coração e cabeça. Ela tem de envolver as emoções e o pensamento. Verdade sem emoção produz ortodoxia morta e uma igreja cheia de admiradores artificiais. Por outro lado, emoção sem verdade produz agitação vazia e cultiva pessoas superficiais que rejeitam a disciplina do raciocínio exato. A adoração verdadeira, porém, vem de pessoas com emoções profundas, grande amor e doutrina sadia. Afeições fortes por Deus, arraigadas na verdade, são ossos e medula da adoração bíblica”

 

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Precisamos Novamente de Homens de Deus !

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>A igreja, neste momento, precisa de homens, o tipo certo de homens, homens ousados. Afirma-se que necessitamos de avivamento e de um novo movimento do Espírito; Deus, sabe que precisamos de ambas as coisas. Entretanto, Ele não haverá de avivar ratinhos. Não encherá coelhos com seu Espírito Santo.

A igreja suspira por homens que se consideram sacrificáveis na batalha da alma, homens que não podem ser amedrontados pelas ameaças de morte, porque já morreram para as seduções deste mundo. Tais homens estarão livres das compulsões que controlam os homens mais fracos. Não serão forçados a fazer as coisas pelo constrangimento das circunstâncias; sua única compulsão virá do íntimo e do alto.

Esse tipo de liberdade é necessária, se queremos ter novamente, em nossos púlpitos, pregadores cheios de poder, ao invés de mascotes. Esses homens livres servirão a Deus e à humanidade através de motivações elevadas demais, para serem compreendidas pelo grande número de religiosos que hoje entram e saem do santuário. Esse homens jamais tomarão decisões motivados pelo medo, não seguirão nenhum caminho impulsionados pelo desejo de agradar, não ministrarão por causa de condições financeiras, jamais realizarão qualquer ato religioso por simples costume; nem permitirão a si mesmos serem influenciados pelo amor à publicidade ou pelo desejo por boa reputação.

Sempre que o seu reconhecimento motivado pelo medo (do tipo que observa o que os outros dizem e fazem) os conduz a crer no que o mundo espera que eles façam, eles o farão na próxima segunda-feira pela manhã, com toda a espécie de zelo ostentoso e demonstração de piedade. A influência constrangedora da opinião pública é quem chama esses profetas, não a voz de Jeová.

A verdadeira igreja jamais sondou as expectativas públicas, antes de se atirar em suas iniciativas. Seus líderes ouviram da parte de Deus e avançaram totalmente independentes do apoio popular ou da falta deste apoio. Eles sabiam que era vontade de Deus e o fizeram, e o povo os seguiu (às vezes em triunfo, porém mais freqüentemente com insultos e perseguição pública); e a recompensa de tais líderes foi a satisfação de estarem certos em um mundo errado.

Outra característica do verdadeiro homem de Deus tem sido o amor. O homem livre, que aprendeu a ouvir a voz de Deus e ousou obedecê-la, sentiu o mesmo fardo moral que partiu os corações dos profetas do Antigo Testamento, esmagou a alma de nosso Senhor Jesus Cristo e arrancou abundantes lágrimas dos apóstolos.

O homem livre jamais foi um tirano religioso, nem procurou exercer senhorio sobre a herança pertencente a Deus. O medo e a falta de segurança pessoal têm levado os homens a esmagarem os seus semelhantes debaixo de seus pés. Esse tipo de homem tinha algum interesse a proteger, alguma posição a assegurar; portanto, exigiu submissão de seus seguidores como garantia de sua própria segurança. Mas o homem livre, jamais; ele nada tem a proteger, nenhuma ambição a perseguir, nenhum inimigo a temer. Por esse motivo, ele é alguém completamente descuidado a respeito de seu prestígio entre os homens. Se o seguirem, muito bem; caso não o sigam, ele nada perde que seja querido ao seu coração; mas, quer ele seja aceito, quer seja rejeitado, continuará amando seu povo com sincera devoção. E somente a morte pode silenciar sua terna intercessão por eles.

Sim, se o cristianismo evangélico tem de permanecer vivo, precisa novamente de homens, o tipo certo de homens. Deverá repudiar os fracotes que não ousam falar o que precisa ser externado; precisa buscar, em oração e muita humildade, o surgimento de homens feitos da mesma qualidade dos profetas e dos antigos mártires. Deus ouvirá os clamores de seu povo, assim como Ele ouviu os clamores de Israel no Egito. Haverá de enviar libertação, ao enviar libertadores. É assim que Ele age entre os homens.

E, quando vierem os libertadores… serão homens de Deus, homens de coragem. Terão Deus ao seu lado, porque serão cuidadosos em permanecer ao lado dEle; serão cooperadores com Cristo e instrumentos nas mãos do Espírito Santo…

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Viagem para Europa – Áustria

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Jovens sendo cheios do Espírito Santo e recebendo Batismo com o Espírito Santo, glória DEUS !!!!!!!!!

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Pregando Reunião de Obreiros na Sede AD Belém em Americana

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Como Ser Cheio do Espírito Santo ?

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Como beber o vinho de Deus? Meditação sobre efésios 5.18-21
E não vos embriagueis com vinho, no qual há dissolução, mas enchei-vos do Espírito, falando entre vós com salmos, entoando e louvando de coração ao Senhor com hinos e cânticos espirituais, dando sempre graças por tudo a nosso Deus e Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, sujeitando-vos uns aos outros no temor de Cristo.
Efésios 5.18 diz: “E não vos embriagueis com vinho, no qual há dissolução, mas enchei-vos do Espírito”. Há, pelo menos, quatro efeitos de ser cheio do Espírito. Primeiramente, o versículo 19 mostra que o efeito é musical: “…falando entre vós com salmos, entoando e louvando de coração ao Senhor”. É evidente que a alegria em Cristo é a característica peculiar de ser cheio do Espírito.
Mas não somente alegria. No versículo 20, encontramos a gratidão: “Dando sempre graças por tudo a nosso Deus e Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo”. Gratidão perpétua, gratidão por tudo resulta de ser cheio do Espírito — e essa gratidão tem como alvo o vencer a murmuração, o descontentamento, a autocompaixão, a amargura, o queixume, a carranca, a depressão, a inquietação, o desânimo, a melancolia e o pessimismo!
Mas os efeitos não são apenas alegria musical e gratidão por tudo; há também a submissão de amor às necessidades uns dos outros — “sujeitando-vos uns aos outros no temor de Cristo”. Alegria, gratidão e amor humilde — essas são algumas das marcas de ser cheio do Espírito.
Poderíamos acrescentar um quarto efeito: ousadia no testemunho cristão. Podemos ver isto com mais clareza em Atos 4.31: “Tendo eles orado, tremeu o lugar onde estavam reunidos; todos ficaram cheios do Espírito Santo e, com intrepidez, anunciavam a palavra de Deus”. Nenhum crente deixará de ser ousado e zeloso no testemunho, se o Espírito Santo estiver produzindo nele alegria transbordante, gratidão perpétua e amor humilde. Oh! Como precisamos ser cheios do Espírito! Procuremos esse enchimento! Busquemo-lo!
No entanto, há uma pergunta crucial: como podemos buscá-lo? Comecemos com a analogia mais próxima: “Não vos embriagueis com vinho… mas enchei-vos do Espírito” (v. 18). Como você se embriaga com o vinho? Você o bebe… em grande quantidade. Então, como ficaremos embriagados (cheios) com o Espírito? Bebamos dEle! Bebamos em profusão. Paulo disse: “A todos nós foi dado beber de um só Espírito” (1 Coríntios 12.13). Jesus disse: “Se alguém tem sede, venha a mim e beba. Quem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva. Isto ele disse com respeito ao Espírito” (João 7.37-39).
Como podemos beber do Espírito Santo? Paulo disse: “Porque os que se inclinam para a carne cogitam das coisas da carne; mas os que se inclinam para o Espírito, [cogitam] das coisas do Espírito” (Romanos 8.5). Bebemos do Espírito cogitando das coisas do Espírito. O que significa “cogitar” das coisas do Espírito”? Colossenses 3.1-2 afirmam: “Buscai as coisas lá do alto… Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra”. “Pensar” significa “procurar, dirigir a atenção para, preocupar-se com”. Significa “ser dedicado a” e “absorvido com”. Portanto, beber do Espírito significa buscar as coisas do Espírito, dirigir a atenção às coisas do Espírito, dedicar-se às coisas do Espírito.
Quais são “as coisas do Espírito”? Quando Paulo disse: “Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus” (1 Coríntios 2.14), estava se referindo aos seus próprios ensinos inspirados pelo Espírito (1 Coríntios 2.13)— especialmente seus ensinos a respeito dos pensamentos, planos e caminhos de Deus (1 Coríntios 2.8-10). Então, “as coisas do Espírito” são os ensinos dos apóstolos a respeito de Deus. Jesus também disse: “As palavras que eu vos tenho dito são espírito e são vida” (João 6.63). Logo, os ensinos de Jesus também são “as coisas do Espírito”.
Portanto, beber do Espírito significa cogitar das coisas do Espírito. E cogitar das coisas do Espírito significa dirigir nossa atenção aos ensinos dos apóstolos a respeito de Deus e às palavras de Jesus. Se fizermos isso por bastante tempo, ficaremos embriagados com o Espírito. De fato, ficaremos viciados no Espírito. Em vez de dependência química, desenvolveremos uma maravilhosa dependência do Espírito Santo.
Mais uma coisa: o Espírito Santo não é como o vinho, porque Ele é uma pessoa e livre para ir e vir aonde quer que deseje (João 3.8). Por isso, temos de acrescentar Lucas 11.13. Jesus disse aos seus discípulos: “Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais o Pai celestial dará o Espírito Santo àqueles que lho pedirem?” Se queremos ser cheios do Espírito, temos de pedir isso ao nosso Pai celestial. E foi isso que Paulo fez pelos crentes de Éfeso. Ele pediu ao Pai celestial que aqueles crentes fossem “tomados [cheios] de toda a plenitude de Deus” (Efésios 3.19). Beba do Espírito e ore. Beba do Espírito e ore. Beba do Espírito e ore.

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O que é avivamento ?

11801923_857522330996781_31173569_nPodemos definir como: “… uma visitação inteiramente sobrenatural do Espírito soberano de Deus, pela qual uma comunidade inteira toma consciência de Sua santa presença e é surpreendida por ela. Os inconversos se convencem do pecado, arrependem-se e clamam a Deus por misericórdia, geralmente em números enormes e sem qualquer intervenção humana. Os desviados são restaurados. Os indecisos são revigorados. E todo o povo de Deus, inundado de um profundo senso de majestade divina, manifesta em suas vidas o multifacetado fruto do Espírito, dedicando-se às boas obras. Sinais, prodígios e maravilhas naturalmente são vivenciados diariamente !!!!

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VOCÊ É CAVALO OU CAVALEIRO DO APOCALÍPSE?…

“De onde procedem as guerras?” — indaga o apóstolo Tiago, irmão de Jesus.

O único real problema do homem é ele mesmo.

Nada além dele e disso…

Calamidades naturais matam pouco se comparadas ao que mata como resultado do que o homem faz.

Doenças são quase todas — pelo menos as que mais nos mataram no curso da História — o resultado da nossa própria produção.

São os Quatro Cavaleiros do Apocalipse…

Cavalo Branco [ίππος λευκόςhíppos leukós]: Hegemonia de poder imperialista…

Cavalo Vermelho [ίππος πυρρόςhíppos purrós]: Guerras que decorrem de tais ambições…

Cavalo Preto [ίππος μέλαςhíppos mélas]: Crise econômica e alimentar como decorrência da Guerra, que decorre do surto de Poder…

Cavalo Baio [ίππος χλωρός, θάνατος híppos khlōrós]: Morte que vem como conseqüência da Guerra e da Fome, com a proliferação de pragas e pestes…

Foram e são esses Quatro que movem as principais calamidades humanas na Terra!

Ora, tais coisas vêm todas de nossa “carne”, conforme nos disse Tiago; ou seja: elas vêm da nossa cobiça, dos nossos surtos de narcisismo, da nossa vontade insaciável por poder, domínio e controle.

É assim do ponto de vista do Fenômeno Global que nos acomete no curso da História, como também se trata de um fenômeno existencial e intrínseco, o qual habita a nossa natureza.

Os Quatro Cavaleiros existem não apenas no mundo e em suas grandezas históricas, mas, também, sobretudo, existem em nós.

No mínimo nós somos os “Cavalos” desses cavaleiros do Poder, da Guerra, da Fome e da Morte.

A fim de ver a força e a persistência desses poderes, basta que se olhe para nós mesmos, ou, então, apenas para aquilo que nos cerca e que surge como resultado das nossas decisões pessoais, nas quais somos poderosos o suficiente a fim de mudar ou não o curso de uma determinada ação e suas conseqüências…

No fim tudo tem apenas a ver com a “carne”, com o desejo, com o surto de poder, com a vontade de hegemonia, com o egoísmo, com o apetite pela morte, ainda que saibamos as conseqüências…

Na realidade todos pensam que são as ações dos outros que são importantes; as nossas não…

Assim, vendo o potencial dos Quatro Cavaleiros apenas nos homens e mulheres grandes da Terra, esquecemos-nos que tais homens são exatamente iguais a nós. E, assim, não vemos que o poder de mesquinharia, de guerra, de briga, de confusão, de traição, de carência, de necessidade de afirmação, de ódio, de vingança, de cobiça, etc. — são realidades presentes em todos, e, portanto, a partir do pequeno [nós] se pode entender que o grande [eles] apenas tem maior poder de devastação na sua decisão e escolha…

De fato existem Quatro Cavaleiros no Apocalipse, mas os cavalos são a soma de nós; das mulas e jumentos sem entendimento, os quais serão freiados apenas pelo Cabresto das Calamidades…

Portanto, antes de reclamar do Mundo, olhe para você; e veja os estragos que seu egoísmo de cavaleiro branco produz; veja o que sua ambição de guerra gera; perceba o que tais ações produzem no ambiente; e, por fim, note que o que segue a isto tudo é sempre o desarranjo da morte…

Sim, seja no mundo ou seja na casa da gente…

Pense nisso!…

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O que significa Dunamis ???

12540730_933843790031301_4342967517048379830_n“Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e serme-eis testemunhas tanto em Jerusalémcomo em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra” (At 1.8).

– O termo original para ‘virtude’ é dunamis, que encerra o sentido de ‘poder real’ e ‘poder em ação’. Esse é o texto áureo de Atos. Em cinco referências do NT, Jesus incumbe diretamente seus discípulos a ir e pregar o evangelho a todo o mundo (Mt 28.18-20; Mc 16.15-18; Lc 24.45-48; Jo 20.21-23, e At 1.8). Nesse texto, a promessa do derramamento do Espírito precede o ‘ide’, numa clara alusão à ligação intrínseca entre o evangelizar e a capacitação com o poder do Alto concedida pelo Espírito Santo e o livro de Atos segue esta estratégia.

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