Esboços Sermões

 
 

O que Jesus jamais fez !

nova 1– Jesus jamais exigiu sacrifícios pessoais, esforço financeiro ou físico, presentes ou qualquer tipo de oferta para abençoar, curar, salvar, purificar e orientar as pessoas a sua volta.
-Jesus jamais utilizou seu poder como estratégia de marketing pessoal. Embora os milagres fossem um sinal para que as pessoas cressem, e muitos o buscavam por causa dos prodígios e do pão que era multiplicado milagrosamente, Jesus jamais utilizou isso para segurar o povo a sua volta.
-Jesus jamais rejeitou qualquer pessoa por não professar a fé da mesma forma que ele a professava e a entendia. Mesmo Jesus frequentando sinagogas, tendo nascido no judaísmo, jamais deixou de andar e falar com pagãos, gentios, pecadores e toda sorte de gente considerada impura para os padrões da lei de Moisés.
-Jesus jamais deixou a lei da religião ser mais importante que a vida e a misericórdia.
-Jesus jamais fez conchavos políticos, acordos com Roma ou com a religião dominante em troca de favores, cargos e liberdade para continuar pregando o que e onde bem quisesse.
-Jesus jamais deixou de dizer a verdade por medo ou conveniência.
-Jesus jamais denunciou o pecado sem amor, de forma constrangedora, ameaçadora ou sem acolher até as últimas consequências o próprio pecador envolvido.
-Jesus jamais tratou os pecados particulares das pessoas de forma pública e vexatória.
-Jesus jamais se deixou levar pela aparência externa. O que o fazia se desdobrar em misericórdia era a sinceridade interior e despretensiosa.
Jesus jamais deixou de ser humano, mesmo sendo Deus se fez servo de todos.

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E disse Jesus:

“Não julgueis para não serdes julgados. Pois com o julgamento com que julgais sereis julgados, e com a medida com que medis sereis medidos.”
“Caso teu irmão peque contra ti sete vezes por dia e sete vezes retorne, dizendo ‘Estou arrependido’, tu o perdoarás.”
“Por que reparas no cisco que está no olho do teu irmão, quando não percebes a trave que está no teu?”
“Àquele a quem muito se deu, muito será pedido, e a quem muito se houver confiado, mais será reclamado.”
“Amai vossos inimigos, fazei o bem e emprestai sem esperar coisa alguma em troca. Será grande a vossa recompensa, e sereis filhos do Altíssimo.”
“A quem te ferir numa face, oferece a outra; a quem te arrebatar o manto, não recuses a túnica.”
“Bendizei os que vos amaldiçoam, orai por aqueles que vos difamam.”
“Aquele que se exaltar será humilhado, e aquele que se humilhar será exaltado.”
“Tudo aquilo que quereis que os homens vos façam, fazei-o vós a eles.”
“Àquele que quer pleitear contigo, para tomar-te a túnica, deixa-lhe também o manto; e se alguém te obriga a andar uma milha, caminha com ele duas. Dá ao que te pede e não voltes as costas ao que te pede emprestado.”
“Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida por seus amigos.”
“É de dentro do coração dos homens que saem as intenções malignas.”
“A boca fala daquilo de que o coração está cheio. O homem bom, do seu bom tesouro tira coisas boas, mas o homem mau, do seu mau tesouro tira coisas más.”
“Este é o meu mandamento: amai-vos uns aos outros como eu vos amei.”
“Cuidado para que vossos corações não fiquem pesados pela devassidão, pela embriaguez, pelas preocupações da vida.”
“Tudo é possível àquele que crê.”
“Todos os que pegam a espada pela espada perecerão.”
“Não vos preocupeis com o dia de amanhã, pois o dia de amanhã se preocupará consigo mesmo. A cada dia basta o seu mal.”
“Não temais os que matam o corpo, mas não podem matar a alma.”
“Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro e arruinar sua própria vida?”
“Se um cego conduz outro cego, ambos acabarão caindo num buraco.”
“Vós me chamais Mestre e Senhor, e dizeis bem, pois eu o sou. Se, portanto, eu, o Mestre e o Senhor, vos lavei os pés, também deveis lavar os pés uns aos outros. Dei-vos o exemplo para que, como eu vos fiz, também vós o façais.”
“Sabeis que os governadores das nações as dominam e os grandes as tiranizam. Entre vós não deverá ser assim. Ao contrário, aquele que quiser tornar-se grande entre vós seja aquele que serve.”
“Felizes os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus.”
“Amai vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem, pois Deus faz nascer o seu sol igualmente sobre maus e bons e cair a chuva sobre justos e injustos.”
“Não jureis em hipótese alguma. Seja o vosso ‘sim’, sim, e o vosso ‘não’, não.”
“Quem faz o mal odeia a luz e não vem para a luz, para que suas obras não sejam demonstradas como culpáveis. Mas quem pratica a verdade vem para a luz, para que se manifeste que suas obras são feitas em Deus.”
“É pelo fruto que se conhece a árvore.”
“Deixai as crianças e não as impeçais de vir a mim, pois delas é o Reino dos Céus.”
“Ao homem pode ser impossível, mas a Deus tudo é possível.”
“Os últimos serão primeiros, e os primeiros serão últimos.”
“Não ajunteis para vós tesouros na terra, onde a traça e o caruncho os corroem e onde os ladrões arrombam e roubam, mas ajuntai para vós tesouros no céu, onde nem a traça, nem o caruncho corroem e onde os ladrões não arrombam nem roubam; pois onde está vosso tesouro aí estará também vosso coração.”
“Precavei-vos cuidadosamente de qualquer cupidez, pois, mesmo na abundância, a vida do homem não é assegurada por seus bens.”
“Trabalhai, não pelo alimento que se perde, mas pelo alimento que permanece até a vida eterna.”

“Não vos preocupeis com a vossa vida quanto ao que haveis de comer, nem com o vosso corpo quanto ao que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o alimento e o corpo mais do que a roupa? Olhai as aves do céu: não semeiam, nem colhem, nem ajuntam em celeiros. E, no entanto, vosso Pai celeste as alimenta. Ora, não valeis vós mais do que elas?”

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A oração de Jesus !

Referência: João 17.1-26

Esta é a oração mais magnífica feita aqui na terra e registrada em todas as Escrituras. Que privilégio enorme ouvir Deus, o Filho conversar com Deus, o Pai. Aqui entramos no santos dos santos. Aqui nos curvamos para auscultar os mais profundos desejos do Filho de Deus antes de caminhar para a cruz.

1.A circunstância desta oração

Jesus acabara de pregar um sermão falando do Pai aos discípulos. Agora, ele fala dos discípulos para o Pai. No ministério de Cristo, pregação e oração sempre andaram juntos. Aqueles que pregam devem também orar. Aqueles que falam de Deus para os homens, devem falar dos homens para Deus. Somente têm poder para falar aos homens aqueles que têm intimidade com Deus.

Esta oração deixa claro que Jesus foi e é o Vencedor. Ele termina o capítulo 16 encorajando seus discípulos, dizendo-lhes: “Tende bom ânimo; eu venci o mundo”.

2.O conteúdo desta oração

Jesus fez três súplicas distintas nesta oração:a)Ele orou por si mesmo e diz ao Pai que concluiu sua obra aqui na terra (17.1-5);b)Ele orou por seus discípulos, pedindo ao Pai que os guarde e santifique (17.6-19);c)Ele orou por sua igreja, para que possamos ser unidos nele e para que, um dia, participemos de sua glória (17.20-26).

3.O contexto imediato desta oração

Jesus estava no prelúdio do seu sofrimento. Ele estava no cenáculo com seus discípulos. Ele já havia instituído a ceia e partido o pão. Ele já havia alertado que Judas o trairia e que os demais se dispersariam. Ele já estava mergulhando nas sombras daquela noite fatídica, onde seria preso e condenado à morte.

4.A ênfase desta oração

William McDonald, citando Marcus Rainsford fala sobre a ênfase da oração de Jesus. Jesus não disse nenhuma palavra contra seus discípulos nem fez qualquer referência à queda ou fracasso deles. Jesus foca sua oração no eterno propósito do Pai na vida dos seus discípulos e na sua relação com eles. Todas as petições de Jesus nesta oração são por bênçãos espirituais e celestiais. O Senhor não pede riquezas e honra, nem mesmo influência política no mundo para seus discípulos. O pedido de Jesus concentra-se em pedir ao Pai que os guarde do mal, que os separe do mundo, os qualifique para a missão e os traga salvos para o céu. A prosperidade da alma é a melhor prosperidade.

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A mensagem do Evangelho

    “O evangelho é um fato, portanto, vamos expô-lo com simplicidade. O evangelho é alegre; portanto, vamos falar dele com alegria. Ele nos foi confiado; portanto, vamos expô-lo com fidelidade. É a manifestação de um momento infinito; portanto, vamos expô-lo fervorosamente. Fala de um infinito amor; portanto, vamos expô-lo com sentimento. É de difícil compreensão para muitos; portanto, vamos expô-lo com ilustrações. O evangelho é a revelação de uma Pessoa; portanto, vamos pregar a Cristo”.

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Jesus, o maior Mestre !

JESUS foi o maior mestre da história. Seu nome se alteia acima dos grandes corifeus deste mundo. SÓCRATES ensinou durante 40 anos. PLATÃO ensinou 50 anos. ARISTÓTELES encheu bibliotecas com a sua erudição. JESUS não deixou nenhum livro, nenhum tratado nem sequer uma página escrita. Não lecionou em nenhuma Universidade, contudo, foi o MAIOR MESTRE do mundo. Jesus revolucionou o mundo com a sua influência e com o seu ensino.
JESUS não escreveu palavras no papel, mas gravou-as no coração dos seus discípulos e estes, outrora acovardados tornaram-se verdadeiros gigantes da fé, protagonistas incontestáveis da maior revolução e transformação da história: vidas foram arrancadas do negrume da ignorância; perdidos foram encontrados, enfermos foram curados, cegos viram, surdos ouviram, mudos falaram, os atormentados acharam paz, os enclausurados acharam liberdade, os párias foram dignificados e os homens rebeldes foram reconciliados com Deus.
JESUS, O MESTRE veio para mostrar aos filósofos gregos a suprema verdade, veio para vencer o orgulhoso romano e colocar no seu estandarte uma cruz em vez de uma águia, veio para afagar em seus braços os continentes.
SUA POSIÇÃO DE MESTRE
1. Jesus se considerava Mestre – Jo 13.13; Mt 5.2
2. Seus discípulos o consideravam Mestre – Foi o título com que mais se dirigiram a Jesus.
3. Os inquiridores o chamavam de Mestre: O jovem rico, Nicodemos.
4. Seus inimigos o chamavam Mestre: Os herodianos (Mt 22.16)
5. O povo em geral o tinha como Mestre: Mt 7.29

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Pentecoste !

Jesus disse aos Seus discípulos que permanecessem na cidade até que do alto fossem revestidos de poder.

A cidade era Jerusalém. O poder viria no “centro do poder”, e mudaria o significado de poder para sempre, tirando-o das potestades da religião, e derramando-o como chama divina que, simbolicamente, pousou sobre suas cabeças, mas que, existencialmente, ‘de-fato’, lhes incendiou para sempre a mente e o coração.

Galileus falaram em outras línguas e a Babel dos Homens foi confundida pela capacidade do espírito de ser comunicar em qualquer língua.

Em Babel, as almas se separaram pela arrogância do intelecto. No Pentecoste mostrou-se o caminho da re-comunicação entre os homens: as línguas do espírito.

Nós ministros do Evangelho precisamos ter o poder do Espírito Santo, porque de outro modo não seremos suficientes com os nossos próprios recursos para o ministério. Pois ninguém com as suas próprias possibilidades naturais, com a sua educação e com os seus conhecimentos se basta para o trabalho do ministério. Só o poder do Espírito Santo é o que importa; enquanto não dispuser dessa força, apesar de todas as suas realizações, o ministro será totalmente insuficiente. Foi por isso até os próprios apóstolos tiveram de se manter em silêncio, enquanto não lhes fosse concedido o poder; por isso, tiveram de esperar em Jerusalém, até receberem a promessa do Espírito, sem abrir a boca para pregar.

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A Cruz de Cristo !

11780619_857522307663450_1817228906_nCalvário não foi um acidente, mas um plano divino. Cristo veio para morrer. A morte na cruz sempre esteve em sua agenda: ele profetizou várias vezes que veio para morrer. Ele não morreu como um mártir. Ele voluntáriamente deu a sua vida. Ele é o Cordeiro que tira o pecado (Jo 1:29). Ele é como a serpente levantada (Jo 3:14). Ele é o pastor que dá a sua vida pelas ovelhas (Jo 10:11-18). Ele é o grão de trigo que cai e morre para produzir muitos frutos (Jo 12:20-25).

. Cristo foi para a cruz não apenas porque os judeus o entregaram por inveja. Não apenas porque Judas o traiu por dinheiro. Não apenas porque Pilatos o condenou por covardia. Cristo foi para a cruz porque o Pai o entregou por amor. Cristo foi para a cruz porque ele se entregou a si mesmo por nós.

. O calvário é o maior drama da história. O calvário é o palco da justiça de Deus: seu consumado repúdio ao pecado e também é o palco do infinito amor de Deus: pois ali ele não poupou o seu próprio Filho para nos salvar. A cruz de Cristo é o nosso êxodo, a nossa libertação.

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O Louvor a Deus !

O louvor é uma expressão de júbilo do povo de Deus tanto nos momentos de profusa alegria como no vale da dor mais atroz. Jesus, estando com sua alma angustiada, na noite em que foi traído, depois de celebrar a ceia com seus discípulos, no cenáculo, cantou um hino e saiu para o monte das Oliveiras, onde travou uma luta de sangrento suor e derramou lágrimas, na mais titânica batalha da humanidade. Paulo e Silas cantaram na prisão, à meia noite, com seus pés presos no tronco e com seus corpos ensanguentados. O patriarca Jó, mesmo esmagado pela dor avassaladora da morte de seus dez filhos, num único acidente, prostrou-se com o rosto em terra e adorou a Deus. Mais tarde chegou a dizer que Deus inspira canções de louvor nas noites escuras.

O louvor não é apenas arma de guerra, mas o brado do triunfo. O louvor não é apenas consequência da vitória, mas, sobretudo, a causa da vitória. Não devemos louvar a Deus apenas depois que o inimigo foi derrotado, mas devemos louvar para que o inimigo seja derrotado. Não devemos louvar apenas porque o sol está brilhando, mas devemos louvar mesmo nas noites escuras. Não devemos louvar apenas depois que a tempestade se foi, mas louvar para que ela se vá. O louvor é uma expressão de confiança inabalável de que Deus está no controle da situação, mesmo que nós já tenhamos perdido o controle. O louvor é a manifestação de nossa alegria em Deus, mesmo que as circunstâncias à nossa volta conspirem contra nós. O louvor não é apenas um sentimento ou uma emoção, mas uma atitude de descansar em Deus e exultar em sua bondosa providência.

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Cruxificado para o mundo ?

Paulo declara firmemente: “O mundo está crucificado para mim”. Será que isso é demais para o crente do século XXI? O morro do Gólgota recebia muitas visitas de curiosos que ali iam para assistir à humilhação dos malfeitores. E aquilo era uma verdadeira festa; zombava-se do sofrimento. Mas, no dia seguinte, quem eram os primeiros a chegar ao local? Os primeiros eram os urubus — que iriam bicar os olhos das vítimas, e a carne das suas costelas. Depois eram os cães, que devoravam as pernas e braços dos infelizes. Assim, todo deformado, com as entranhas à vista, o indivíduo era um espetáculo horrendo. E era assim que Paulo via o mundo crucificado — nada atraente aos olhos dele.
Possamos nós também tremer interiormente e repetir, com lábios trementes, a mesma afirmação do apóstolo: o mundo está crucificado para mim. Só depois que estivermos mortos para o mundo com todos os seus prazeres, sua glória fútil e alegrias efêmeras, poderemos experimentar a mesma libertação que Paulo conheceu. Mas a realidade é que nós, os seguidores de Cristo, respeitamos as opiniões do mundo, e buscamos sua apreciação e suas condecorações. Um moderno crítico da igreja diz que atualmente o deus do crente é o ouro, e o seu credo é a cobiça. Mas graças a Deus que ainda existem algumas exceções a essa regra.
E esse bendito homem, Paulo, para quem o mundo estava crucificado, era considerado “louco”. E mais, ele apresentava sua mensagem de tal forma que alguns procuraram matá-lo, pois ele representava uma ameaça para o comércio deles. Esses apóstolos, com todo o seu santo e sadio desdém pelo mundo e pelas pessoas do mundo nos deixam humilhados.
“Eles escalaram a íngreme ladeira para o céu
Em meio a perigos, sofrimento e labor.
Ó Deus, dá-nos a graça
De seguirmos as suas pegadas”.
Muito breve estaremos dizendo adeus à perecível vida terrena e saudando o início da eternidade. Quero desejar-lhe, prezado irmão, uma vida de serviço sacrificial para Aquele que foi nosso sacrifício. Que também nós possamos terminar a carreira com gozo.

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Quem seria considerado o lixo do Mundo ?

O que vem a ser “o lixo do mundo?” (1Co 4.13). Seria o ventre do mal, onde nasce o crime organizado? Seria o gênio do mal que mobiliza as insurreições internacionais? Ou seria a Babilônia? Ou, quem sabe, Roma? Seria o pecado? Ou será que descobriram em algum lugar toda uma tribo de maus espíritos e deram a ela esse nome? Ou talvez seja uma moléstia sexualmente transmissível?
Se levantarmos mil suposições sobre essa questão obteremos mil respostas, e nenhuma delas estará correta. A resposta certa é exatamente o oposto do que se poderia esperar. Essa expressão “lixo do mundo” não designa homens nem demônios. E não é nada de conotação maligna; é benigna. Não; não é nem benigna: é o melhor que pode haver. Também não é nada material; é espiritual. Não tem nada a ver com Satanás, mas com Deus. E não apenas é da igreja, mas um membro dela. E não apenas um membro, mas o mais santo dela, a mais preciosa de todas as jóias. Paulo diz: “Nós, os apóstolos, somos considerados lixo do mundo”. E logo em seguida ele acrescenta a essa injúria um insulto, e intensifica a infâmia, aumentando ainda mais a humilhação, pois afirma: “(somos) escória de todos” (1Co 4.13).

Quando um homem chega a dizer que é o lixo do mundo é porque não tem mais ambições pessoais; não possui mais nada que alguém possa invejar. Não tem mais reputação — nada mais a zelar. Não possui bens — e, portanto, mais nada com que se preocupar. Não tem mais direitos — e, portanto, não está mais sujeito a sofrer injustiças. Que bendita condição! Ele já está morto — então, ninguém pode matá-lo. E se os apóstolos tinham tal estado de espírito, tal mentalidade, não foi à toa que eles “transtornaram o mundo”. O crente que ainda abriga ambições pessoais deve pensar um pouco nessa atitude dos apóstolos para com o mundo. E o evangelista popular, que ainda não sofreu perseguições e vive segundo os moldes hollywoodianos, devia pensar um pouco sobre o modo de ser daqueles homens.
Então, quem infligiu a Paulo sofrimento maior que o que passou quando recebeu as cento e noventa e cinco chicotadas, sofreu os três apedrejamentos e os três naufrágios? A rixosa, carnal e crítica igreja de Corinto. Ela estava dividida pela carnalidade e por dinheiro. Alguns deles tinham alcançado a fama e haviam-se tornado importantes comerciantes da cidade.Mas quem aceita ser desonrado, desprezado e desvalorizado assim? Essa verdade é revolucionária, e põe em cheque nossa doutrina cristã falsificada. Teremos nós prazer em ser considerados loucos? Será que suportaremos ver nosso nome jogado por aí, difamado? O verdadeiro cristianismo é mais revolucionário do que o comunismo, embora, naturalmente, não provoque derramamento de sangue.E Paulo afirma que ele era pobre, mas estava “enriquecendo a muitos”. Graças a Deus que o dinheiro de Simão, o Mago, continua não obtendo nada do Espírito Santo. Se nós ainda não aprendemos a avaliar corretamente as “riquezas de origem iníqua”, como Deus poderá confiar-nos a “verdadeira riqueza?”
Então Paulo, que era material e socialmente falido, achava-se incluído entre os seletos relacionados como “o lixo do mundo”. Certamente isso o ajudou a entender que, sendo lixo, seria pisado pelos homens.
Embora fosse capaz de debater com filósofos, estóicos, epicureus no Areópago, por Cristo estava disposto a ser tachado de “louco”. O antagonismo do mundo para com Jesus é fundamental e perene.
Irmãos, será que temos essa mesma disposição? Nada nos irrita mais do que ser associados a pessoas incultas e ignorantes, apesar de sabermos que o homem que escreveu o Apocalipse era inculto e ignorante. Hoje em dia, estamos contaminados por um terrível mal: os pastores estão mais preocupados em encher a cabeça de conhecimentos do que ter um coração em chamas. Quando uma pessoa aprecia muito a intelectualidade é melhor que termine os estudos antes de assumir o púlpito. Pois, depois que o assumir, de nada lhe valerão os títulos que puder obter, já que as vinte e quatro horas do dia serão curtas para que apresente os nomes de suas ovelhas perante o “grande Pastor”, ou cumpra a suprema responsabilidade de preparar-lhes o alimento espiritual. As coisas espirituais se discernem espiritualmente (e não psicologicamente). Nem Deus mudou, nem mudaram seus pensamentos. Por desígnio dele, ainda existem verdades que estão ocultas para os entendidos e que são reveladas “aos pequeninos”. E os pequeninos, meus irmãos, não possuem um intelecto privilegiado. A igreja de hoje está-se gabando do elevado Q.I. dos seus ministros. Mas, antes que alguém se glorie na carne, convém levar em conta que estamos presenciando um dos mais baixos índices de conversões, pois o diabo, irmão, não se impressiona com sua riqueza verbal.

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Ação Poderosa do Espírito Santo !

J. I. Packer, no seu livro Na Dinâmica do Espírito, falou que o Espírito Santo tem o ministério do holofote. Disse ele: “O Espírito age como um holofote oculto que focaliza a sua luz no Salvador, fazendo-o resplandecer. A mensagem do Espírito para nós nunca é: olhe para mim; escute-me; venha a mim; conheça-me; mas sempre é: olhe para Jesus e veja a sua glória; ouça-o e escute as suas palavras; vá a ele e tenha vida. Conheça-o e prove o seu dom de alegria e paz.

Temos entristecido o Espírito – quando o desobedecemos, quando não seguimos sua direção, quando quebramos a comunhão, quando proferimos palavras torpes.

Temos apagado o Espírito – quando tiramos o combustível que o alimenta: Palavra, oração.

Conclamo a igreja a vivermos no Espírito, a andarmos no Espírito, a seguirmos a direção do Espírito, a exercermos os dons do Espírito, a produzirmos o fruto do Espírito, a sermos cheios do Espírito, a sermos reavivados pelo poder do Espírito!

Só o conhecimento da teologia não basta – Temos uma doutrina maravilhosa, mas se não for banhada pelo óleo do Espírito, tornamo-nos com a igreja de Éfeso, ortodoxa, operosa, mas sem amor. A igreja apostólica não abriu mão do poder. Os discípulos já eram regenerados. Eles já possuíam o Espírito Santo, mas eles não estavam cheios do Espírito Santo. Eles precisavam ser revestidos com o poder do Espírito Santo. A ordem de Deus é: enchei-vos do Espírito: Imperativo + Plural + Voz Passiva + Presente Contínuo. Quando estamos cheios do Espírito Santo, olha o que acontece:

Seu corpo vira um templo vivo. Sua vida um culto. Suas ações uma liturgia !

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O Amor é Maior !

Francis Schaeffer, considerado um dos mais destacados líderes do cristianismo do século passado, disse que o amor é a apologética final. O amor não consiste de palavras, mas de atitudes. James Hunter, autor do livro O Monge e o Executivo, diz acertadamente que não somos o que falamos, somos o que fazemos. O próprio Filho de Deus é categórico em afirmar que somos conhecidos como seus discípulos pelo amor. O amor em destaque não é um sentimento, mas uma atitude. Não é amor romântico, mas sacrificial. Não é amor apenas de palavras, mas de fato e de verdade. Não é amor que busca gratificação, mas amor que se sacrifica sem reservas. Porque Cristo nos amou, entregou-se por nós. De igual modo, devemos dar nossa vida pelos irmãos. O Senhor Jesus é absolutamente claro: “Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros: assim como eu vos amei”. Esse mandamento é novo porque Jesus não apenas nos dá uma ordem antiga, mas também, um modelo singular.

Quando perguntaram a Jesus qual era o maior mandamento da lei de Deus, Jesus citou o shema: “Ouve, ó Israel, o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor! Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e toda a tua força”. E prossegue dizendo: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo”. Esse era o credo de Jesus. O amor não é apenas a síntese da lei, mas também o maior mandamento da lei. No amor se cumprem a lei e os profetas. O amor a Deus e ao próximo não podem ser separados. Pense nisso…

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Existe Salvação para mim ?

A graça é a base da salvação (Ef 2.8). “Pela graça sois salvos…”. O fundamento da salvação é a obra sacrificial e substitutiva de Cristo na cruz por nós. Ele morreu pelos nossos pecados. Ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades. O castigo que nos traz a paz estava sobre ele. Jesus substituiu-nos. Ele se fez pecado por nós. Foi feito maldição por nós. Ele bebeu o cálice amargo da ira de Deus destinado a nós e cumpriu a lei por nós, satisfazendo, assim, completamente as demandas da justiça divina. Cristo pagou a nossa dívida e morreu a nossa morte. Agora não existe mais nenhuma condenação contra nós. Fomos declarados justos diante do tribunal de Deus. A obra de Cristo por nós e não nossa obra para ele é a base da nossa salvação. É isso que significa: “Pela graça sois salvos”. A salvação não é uma questão de merecimento. Não alcançamos a salvação como um troféu que recebemos de honra ao mérito. A salvação é um presente imerecido. Recebemo-la gratuitamente. É dádiva de Deus e não conquista humana. Por isso, renda-se a Jesus Cristo mediante a fé e receba esse favor imerecido que ele nos oferece ! Amém.

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Besta de 10 chifres, 7 cabeças, 10 diademas, semelhante ao Leopardo ?

• “Vi emergir do mar uma besta” (Ap13 v. 1e 2). O que significa isso? As águas do mar são multidões, as nações e os povos na sua turbulência político-social (Ap 17:5). As águas são símbolo das nações não regeneradas em sua agitação (Is 57:20). Antes do levantamento do anticristo, o mundo estará em desespero, num beco sem saída. Ele emerge desse caos. O pequeno chifre de Daniel, o homem de desolação citado por Jesus, o homem da iniquidade citado por Paulo, o anticristo citado por João e a besta que emerge do mar são a mesma pessoa. Esse personagem encarnou-se na figura dos imperadores (Dominus et Deus) e também em outros reis e reinos despóticos, mas se apresentará no fim como o anticristo escatológico. Ele com seu grande poder vai seduzir as pessoas e conquistar as nações.
a) Ele se levantará num contexto de grandes convulsões naturais – Terremotos, epidemias e fomes.
b) Ele aparecerá num tempo de grande convulsão social – Será um tempo de guerras e rumores de guerras, onde reinos se levantarão contra reinos. O mundo será um campo de guerra.
c) Ele surgirá num tempo de profunda inquietação religiosa – Ele brotará do ventre da grande apostasia. Os homens obedecerão ensinos de demônios. Os falsos mestres e os falsos cristos estarão sendo recebidos com entusiasmo. Nesse tempo haverá duas igrejas: a apóstata e a fiel.
d) Ele surgirá oferecendo solução aos problemas mundiais – O mundo estará seduzido pelo seu poder. Os homens estarão dizendo: “Paz, paz”, quando lhes sobrevirá repentina destruição. O historiador Arnold Toynbee disse: “O mundo está pronto para endeusar qualquer novo Cesar que consiga dar à sociedade caótica unidade e paz”.
e) Ele surgirá num tempo de profunda desatenção à voz do juízo de Deus, pense nisso !

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666 – número da Besta – 666

O número de sua identificação (Ap 13:18; 2 Ts 2:3)
• O anticristo no seu cumprimento profético foram governos anticristãos e totalitários ao longo dos séculos que perseguiram a igreja, assim, como o falso profeta simboliza as religiões e as filosofias falsas deste mundo que desviaram os homens de Deus para adorarem o anticristo e o dragão. Ambas as bestas se opoem a igreja durante toda a dispensação.
• Mas, o anticristo aponta para um personagem escatológico que reunirá toda a maldade dos impérios e governos totalitários.
• O anticristo será uma pessoa, ele é o homem da iniquidade, o filho da perdição, o abominável da desolação, a besta que emerge do mar, a encarnação de Satanás: Seu número é 666. Sete é o número perfeito, seis o número imperfeito. Seis é o número do homem, o número incompleto, imperfeito, o número do fracasso. O número do anticristo é fracasso, sobre fracasso, sobre fracasso. Ele incorporará a plenitude da imperfeição, a consumação da maldade.

. A limitação do anticristo (Ap 13:5)
a) O anticristo tem um poder limitado – visto que pode matar os santos, mas não vencê-los (12:11; 20:4). Os verdadeiros crentes preferirão a morte à apostasia (13:8), vencendo assim a besta (15:2). Eles não temem aquele que só pode matar o corpo e não a alma. O anticristo também não pode fazer nada contra Deus e contra os remidos na glória, a não ser falar mal (13:6).
b) O anticristo tem um tempo limitado (13:5) – Quando o seu tempo acabar, ele mesmo será lançado no lago do fogo (19:20).

. Sua queda total (2 Ts 2:8)
• Jesus o vencerá com o sopro da sua boca e o destruirá pela manifestação da sua vinda (2 Ts 2:8).
• Ele será quebrado sem esforço de mãos humanas (Dn 8:25).
• Jesus vai tirar o domínio do anticristo  (Dn 7:26).
• O anticristo será lançado no lago do fogo que arde com enxofre (Ap 19:20).
• Cristo colocará todos os seus inimigos debaixo dos seus pés (1 Co 15:24-25).
• A igreja selada por Deus (Ap 9:4), preferirá a morte à apostasia e assim vencerá o dragão e o anticristo (Ap 12:11). Aqueles cujos nomes estão no livro da vida não adorarão o anticristo (Ap 13:8). Esses reinarão com Cristo para sempre.

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Batalha Mundial, rebelião no Céu !

Houve uma rebelião no céu. Lúcifer e seus anjos foram expulsos do céu. Esses seres espirituais malignos não dormem, não descansam nem tiram férias. No Édem o diabo levou os nossos primeiros pais a caírem. A partir daí, o homem morreu espiritualmente. O homem natural está sob o domínio de Satanás: na potestade de Satanás (Atos 26:18), na casa de Satanás (Lucas 11:20-22), no reino das trevas (Colossenses 1:13), fazendo a vontade de Satanás (Efésios 2:1-3).
• Esse terrível inimigo luta constantemente para derrubar aqueles que nasceram de Deus e são filhos de Deus. Aqueles que ainda não nasceram de novo são chamados filhos do maligno. Há uma luta mundial, supra racial, supra-terrenal, espiritual e sem trégua.
• Não existe pessoa neutra nessa guerra. Não existe tempo de trégua nessa guerra. Não existe acordo de paz. Existem só duas categorias aqueles que estão alistados no exército de Deus e aqueles que pertencem ao exército de Satanás. AFINAL, de qual exército você faz parte ? Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, ficar firmes.Ef 6.13

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Como começar um avivamento ?

Hoje há um exército de crentes frios, apáticos, sem entusiasmo, sem calor. Empolgam-se com futebol, com política, com cinema, com negócios, com dinheiro, mas não com Jesus. São crentes, mas mentem. São crentes, mas são impuros. São crentes, mas são desonestos. São crentes, mas são amigos do mundo. São crentes, mas não batizados com fogo. Avivamento não é emocionalismo. Não é fuga. Não é novidade. Não é desvio. Avivamento é volta para Deus. É santidade. É oração fervorosa. É amor à Palavra. É evangelização regada por lágrimas. É fogo do céu. Quando o fogo de Deus cai sobre o altar, os pecadores caem de joelho. Quando a igreja perde o fogo de Deus, os pecadores perecem no fogo do inferno. Perguntaram a Moody: Como começar um avivamento? Acenda uma fogueira no púlpito, ele respondeu. Pense nisso..

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Avivamento – CÉUS SE FENDAM, Ô DEUS, DESCE NESSE LUGAR !

O profeta Isaías, num profundo clamor pela intervenção sobrenatural de Deus na vida do seu povo, clamou: “Oh! Se fendesses os céus e descesses!” (Is 64.1). Isaías está sedento pela presença manifesta de Deus. Isaías estava plenamente consciente de que nenhum poder da terra e nenhum recurso dos homens poderia trazer alento para o seu povo a não ser a presença de Deus. Essa é também a necessidade da igreja hoje. Não nos contentamos com templos bonitos. Não nos satisfaz termos um bom orçamento financeiro. Não é suficiente termos pessoas influentes na sociedade frequentando a igreja. Somente a presença manifesta de Deus pode levantar-nos para uma vida maiúscula e superlativa. Somente a presença de Deus pode encher-nos de entusiasmo espiritual. Precisamos desesperadamente de uma visitação extraordinária de Deus em nossa vida, em nossa família, em nossa igreja. O avivamento acontece quando a igreja anseia por Deus como um sedento clama por água e como a terra seca anseia pelas chuvas torrenciais. O avivamento é uma vindicação pela glória de Deus. Quando Deus fende os céus e desce para inflamar a igreja, a glória de Deus se manifesta entre as nações e os inimigos de Deus temem o seu glorioso nome. Quando a igreja perde seu vigor espiritual, quando seus cultos se tornam apáticos e cheios de formalidade; quando as brasas vivas se cobrem de cinzas e os crentes se tornam indiferentes, abandonando o seu primeiro amor, o mundo se insurge contra Deus para zombar de seu santo nome. Ah, é tempo de clamar pela visitação extraordinária de Deus, para que ele fenda os céus e desça a fim de que os inimigos de Deus temam o seu santo nome. O avivamento acontece na igreja, mas transborda para o mundo. Quando Deus inflama o seu povo, o mundo reconhece que o nosso Deus é o único Senhor e teme o seu nome.

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Marcas da Igreja que abalou o mundo !

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1. Bill Hybes em um dos seus livros pergunta: “Qual é a igreja mais importante do mundo?” É a igreja que Deus está edificando dentro de você.2. Quais são as marcas dessa igreja que ainda hoje pode abalar o mundo? Para responder essa pergunta, precisamos olhar não para as igrejas contemporâneas, mas para a igreja mãe, para a igreja de Jerusalém.3. Aquela igreja possuia algumas marcas: 1) Ela se reunia no templo e de casa em casa; 2) Ela tinha profundo compromisso com a doutrina e também uma celebração festiva; 3) Ela era profundamente engajada em ação social (horizontal) e também na oração (vertical); 4) Ela não apenas evangelizava, mas também fazia discípulos; 5) Ela tinha grande comunhão dentro dos muros e também a simpatia dos de fora.

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Dentro do Ventre do Inferno !

“Do ventre do inferno gritei” (Jonas 2:2). Por que o Senhor levou Jonas tão para o fundo? Ele estava no ventre do inferno vivo, suspenso nas trevas, balançando entre a vida e a morte. Por que um Deus de misericórdia faria um servo passar por isso? Eu creio que a história de Jonas mostra como Deus trata com servos desobedientes.

Jonas ficou nesse inferno por três dias e noites. Mesmo assim, ele não orou durante todo esse tempo. A tempestade não o colocou de joelhos; nem sua escaramuça com a morte no ventre da baleia. Só após três dias e noites lemos: “Então, Jonas, do ventre do peixe, orou ao Senhor, seu Deus” (2:1).

Por que Jonas não orou antes disso? Foi porque estava convencido de que “lançado estou de diante dos teus olhos” (2:4). Ele descreve Deus como tendo misericórdia de Nínive, mas não conseguia crer na mesma misericórdia para si mesmo. Ele achava: “Sou um homem morto. Não posso chegar mais ao fundo do que cheguei. Deus virou Suas costas para mim. Ele me odeia pelo que fiz”.

Nada poderia estar mais longe da verdade. Quando as escrituras dizem: “Deparou o Senhor um grande peixe, para que tragasse a Jonas”, a palavra deparou quer dizer embrulhou. Deus havia pego um grande peixe, e o instigou. Assim, quando Jonas foi jogado fora, o animal estava lá, pronto para engoli-lo. O Senhor ainda estava agindo.

Porém o diabo conseguiu enganar Jonas. Quem dirige as regiões do inferno, senão Satanás? Jonas grita: “Os que observam as vaidades vãs, deixam a sua própria misericórdia” (2:8). A tradução literal em hebraico diz: “Os que protegem ou defendem a mentira enganadora, roubam de si próprios a misericórdia”. É isso que aconteceu com Jonas. O engano a que foi levado lhe roubou toda esperança quanto à graça de Deus. Durante três dias e noites, ele foi levado a sofrer o efeito de um horrível engano. Satanás lhe disse: “Você fracassou. A vida agora acabou para você. A sua desobediência custou a vida de muitos que teriam se voltado para o Senhor. Nem mesmo Deus pode lhe salvar agora. Mesmo que sobreviva, ficará se arrependendo eternamente”.

A verdade é que Deus estava apressando Jonas para rumar a Nínive. Breve o profeta estaria novamente caminhando à luz do sol; estaria ousadamente pregando nas ruas como mensageiro escolhido.

O que Deus planejou demonstrar através da experiência de Jonas no ventre do inferno? Demonstra que Ele permite que os servos desobedientes enfrentem isolamento total de tudo que é santo e puro. Durante algum tempo Jonas conheceu como é sentir-se morto.

Tudo teve o objetivo de testar Jonas em sua desobediência. Deus não estava exigindo: “Agora você vai me obedecer, Jonas?”. Antes, Ele perguntava: “Nas palavras de quem você vai acreditar nesse terrível inferno, Jonas? Nas Minhas, ou nas palavras do diabo?”. Finalmente lemos: “Então, Jonas…orou” (2:1). “Quando, dentro de mim, desfalecia a minha alma, eu me lembrei do Senhor; e subiu a ti a minha oração” (2:7). Jonas correu de volta para os amorosos braços de Deus. Então testificou: “Do ventre do inferno gritei, e tu ouviste a minha voz” (2:2). A decisão final é sua, se permanecerá assim, no pecado, ou se arrependerá e o Deus de toda misericórdia te concederá outra oportunidade.

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